Seja bem-vindo!































Neste blog exponho um pouco do meu modo de pensar e de sentir. Aqui expresso o que penso sobre o ser humano, a sociedade em que vivemos e a vida de um modo geral. Aquele abraço!































































































































Elisangela Furtado

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Neste blog exponho um pouco do que penso e sinto sobre o ser humano, a sociedade e a vida de um modo geral. Espero que de alguma forma os meus textos possam levá-lo(a) a refletir um pouco sobre a arte de viver.

Um forte abraço!



Elisângela Furtado

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domingo, 16 de outubro de 2011

TEM DIA PRA SER FELIZ?



A vida não e feita de feriados prolongados, nem de datas comemorativas… Bom mesmo e ser feliz no dia-a-dia, desfrutando das pequenas alegrias do cotidiano, sem esperar o grande dia. Ele chega e passa e a vida segue... Não e tarefa fácil ser feliz sem motivo especial, mas tenho aprendido a encontrar no fato de estar viva ótimas razoes para comemorar. Obrigada, Deus, pela dádiva da vida!

domingo, 9 de outubro de 2011

MORTE DE STEVE JOBS

Pode ser que eu ainda venha a escrever algo mais sobre esse visionário da tecnologia que nos deixou nesta ultima semana , mas por hora quero apenas registrar a sua celebre frase: "A única maneira de fazer um ótimo trabalho e fazendo o que você ama fazer." (Steve Jobs)

Também não conheço outra forma. Mas ainda assim, penso que para não desanimar em seu intento de fazer o melhor não basta ao profissional o amor ao seu oficio, mas a valorização do seu trabalho também e muito importante.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

MOMENTO NOSTALGIA:

Ai que saudade do tempo em que toda foto de um momento feliz, fosse ele de uma reunião em família , uma saidinha com a galera, uma viagem ou festa chique ia parar ... onde, onde? No nosso velho e bom ORKUT. Agora ele vive por ai largado as traças, o povo migrou para outro site de relacionamentos e faz como faz com vovo idoso, só o visita muito de vez em quando, quando pesa a consciência. É, meus amigos “moderninhos” eu bem que tentei me adaptar aos novos tempos, andei tentando me adequar ao FACEBOOK, me esforcei bastante, mas não deu pra mim... Senti-me como uma curtidora de MPB em balada de musica eletrônica. E muita informação para os meus neuroniozinhos que restaram: o tico e o teco. Agora da uma tristeza visitar as paginas dos velhos amigos no Orkut, andam la abandonadas, feito casa velha que não e cuidada. Os álbuns vazios, vazios, os scraps velhos, velhos... E no perfil a frase cortante, dilacerante, ingrata: “NO FACEBOOK”. Ai, que dó, que dó, que dó! Ainda tem “o outro” (twitter) que dedura cada espirro que os “moderninhos” dão. Com tanto trabalho , tendo de registrar cada passo que da nesses novos sites, não e de se estranhar que não reste mesmo tempo para visitar os amigos “ultrapassados” no ORKUT. Mas e a vida! E temos de aceitar. O que me consola e ver que se mantêm a pagina e não a excluíram e porque ainda resta o mínimo de sentimento, de consideração pelo pioneiro na arte de “bisbilhotar” e compartilhar ideias... Eu sei que um dia vcs voltam e eu estarei aqui, DE BRACOS ABERTOS para recebê-los

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

SERA QUE O OUTRO E MAIS FELIZ MESMO?

Recebi por e-mail o texto que compartilharei a seguir. E de autoria da Martha Medeiros e trata de um tema muito interessante: a terrivel mania de acharmos muitas vezes que o outro e mais feliz do que somos. Sera?! Vale a pena ler com atencao. Pois e de uma profundidade fascinante!

A massacrante felicidade dos outros




Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco.

Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento". Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são - ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta.

Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?

Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.

Martha Medeiros
O DILEMA DE CECILIA


Cecília Meireles tem um poema que quase toda criança já leu na escola: Ou isto ou aquilo.Mas quando crescemos continuamos confusos com tantas escolhas a fazer: ou estudar e não ir ao cinema, ou ir ao cinema e não estudar... ou ser responsável sempre e nunca relaxar ou relaxar sempre e nunca ser responsável... E a vida vai nos fazendo muitas vezes perder o melhor que ela tem a nos oferecer, por não conseguirmos conciliar o que devemos com o que queremos fazer. Tenho aprendido - mas confesso que não e fácil- a priorizar algumas coisas, a entremear os deveres com os prazeres do dia-a-dia. E assim tenho tornado mais leve o meu viver. Engraçado que algumas coisas que me fazem felizes preciso colocar para mim mesma como obrigação, para não deixar de fazer. E assim crio minha listinha de deveres que cada vez mais anda recheada de coisas agradáveis que proporcionam felicidade... Pra quem não se lembra do poema da Cecília, cito-o abaixo:






Decidi: vou escolher sempre o que me faz mais feliz!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

SER ou TER?


Gosto muito dos textos da Lya Luft. Este foi publicado na última edição da Veja, acerca da felicidade. Vale a pena conferir. Num mundo onde tanto se propaga sobre o TER, e bom encontrar pessoas que nos proponham uma reflexão profunda sobre o SER.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

EU QUERO SER BOMBEIRA



Os bombeiros pararam e o povo brasileiro os apoiou, com abaixo-assinados, comunidades no Orkut, Facebook e sei la mais quantos sites de relacionamento. Milhares de pessoas penduraram faixas em lugares públicos e fitinhas vermelhas nos carros, manifestando apoio a luta desses profissionais, ja que se trata de uma profissão indispensável a sociedade. Nada contra eles, ate porque tenho alguém querido na corporacao e ate assinei e repassei o abaixo-assinado em apoio a causa. Mas, se a minha classe para....o que conseguimos? Somos criticados e vistos como indolentes. Professor não e profissao indispensável a sociedade?! Professor reclama de barriga cheia - e o que muitos alegam . Não sabem que também convivemos em situação de risco muitas vezes, trabalhando em lugares onde a violência corre solta dentro e fora dos muros escolares; também ajudamos a salvar vidas, quando lançamos uma luz sobre o futuro daqueles alunos que deixaram de acreditar em si proprios, quando os fazemos acreditar que vale a pena seguir por um caminho mais dificil, porem mais digno que o que lhes e apresentado muitas vezes. Nos, professores, também merecemos ser apoiados quando nos indignamos e resolvemos lutar por melhores salários , melhores condições de trabalho: estrutura física, menos alunos em sala de aula, mais tempo para nos atualizarmos, subsídios

para aulas mais atrativas... Enfim, por tudo isso e por muitos outros motivos que se eu fosse aqui mencionar, me renderiam muitas laudas, estive pensando: EU QUERO SER BOMBEIRA! E se nao existir o termo no feminino, eu vou pleitear o seu uso. A Dilma nao faz questao de ser PRESIDENTA?



Elisângela Furtado